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10/05/19

 

Estudantes posando para foto em frente ao ônibus do Procon Itinerante

Reclamações contra concessionárias de energia, água e telefonia, e denúncias de publicidade enganosa, foram algumas das demandas apresentadas pela população de Juazeiro do Piauí e de Capitão de Campos durante a passagem do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON-PI) - Itinerante órgão integrante da estrutura do Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), por esses municípios, entre os dias 8 e 10 de maio.

O coordenador técnico do PROCON-PI, Edivar Cruz, explica que com o apoio da Justiça Itinerante e das promotorias de Justiça das cidades que receberam os serviços, foram disponibilizados profissionais para resolução extrajudicial de conflitos na área do direito do consumidor. “Registramos, aproximadamente, 40 reclamações nesse período em que estivemos em Juazeiro do Piauí e Capitão Campos. Nosso objetivo é levar cidadania e proteção a todos os consumidores do Piauí”, diz.

Durante a passagem da unidade móvel do PROCON-PI pela cidade de Capitão de Campos, nesta sexta-feira (10), estudantes que frequentam colégios das redes pública municipal privada do município conheceram o funcionamento, finalidade e estrutura do programa, entre outros aspectos dos serviços que são disponibilizados pelo MPPI, através do órgão.

Estudantes posando para foto em frente ao ônibus do Procon Itinerante

Procon Itinerante

Homem sentando atendendo mulher

A ação faz do programa “MP em Ação, PROCON Itinerante”. O programa foi idealizado com o objetivo de levar o atendimento móvel aos consumidores piauienses, por meio do ônibus do Ministério Público, removendo assim, os obstáculos territoriais que impedem o acesso dos consumidores no interior do Piauí aos órgãos que atuam na defesa dos direitos do consumidor.

Além de descentralizar o atendimento ao consumidor, contribue para a resolução céleres das demandas consumeristas e fortalece a cultura de solucionar os problemas, sem a necessidade de judicializar a demanda.

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09/05/19

imagem de cheia devido a chuva

                                        Cheia decorrente das chuvas / Imagem: Prefeitura de Ilha Grande

 

O Ministério Público do Estado do Piauí, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Parnaíba, que tem como titular o Promotor de Justiça Cristiano Farias Peixoto, ajuizou Ação Civil Pública contra o município de Ilha Grande, a fim de que sejam realizadas obras para drenagem e manejo das águas pluviais.

Em inquérito civil instaurado na promotoria, ficou comprovado que, embora o município possua lei que disciplina a Política Municipal de Saneamento Básico e institui o Plano Municipal de Saneamento Básico, o serviço de drenagem das águas pluviais não é prestado, pelo fato de não existir a infraestrutura adequada, o que gera alagamentos, todos os anos, em diversas áreas do território do município, deixando centenas de desabrigados.

O Serviço Geológico do Brasil, atendendo à requisição da Promotoria de Justiça, realizou, em 2018, uma vistoria em Ilha Grande, em que foram encontrados dois setores de alto risco de inundação, além de diversos outros setores classificados como de médio risco. As áreas passaram a ser monitoradas para evitar um agravamento na situação.

A partir das constatações feitas, o MPPI expediu Notificação Recomendatória ao prefeito do município, para que fosse analisado o estudo apresentado e tomadas providências com o objetivo de evitar novos alagamentos, mas a administração pública não realizou as intervenções necessárias. No mês de março de 2019, o município decretou situação de emergência devido a alagamentos.

Foi requerido a elaboração de um Plano Diretor de Drenagem Urbana; elaboração de estudo de concepção para gestão das águas pluviais, manejo de águas pluviais e drenagem urbana que abranja toda a área territorial do município. Além disso, foi pedida a alteração das leis orçamentárias e a realização das obras de infraestrutura para correta drenagem e manejo das águas pluviais.

 

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10/05/19

Fachada do Hospital Infantil

Hospital Infantil Lucídio Portela 

O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), por meio da 12ª Promotoria de Justiça de Teresina Especializada na Defesa da Saúde Pública, ajuizou mais uma ação civil pública com pedido de tutela provisória de urgência cautelar incidental contra o Governo do Estado do Piauí. A ação tem como objetivo garantir a adequação do Hospital Infantil Lucídio Portela (HILP) às condições de qualidades exigíveis, através do bloqueio judicial de mais de 7 milhões de reais assegurados para a reforma, mas que se encontram subutilizados e não alcançam a finalidade para a qual foram destinados.

Conforme explica o promotor de Justiça Eny Marcos Vieira Pontes, que está à frente da 12ª Promotoria de Justiça de Teresina, foram realizadas diversas inspeções no HIPL que constataram várias deficiências na unidade de saúde, envolvendo aspectos como estrutura física, falta de material, pessoal e processos de trabalho.

“Em todas as circunstâncias em que o Estado do Piauí se manifesta, seja no âmbito judicial ou extrajudicial, sempre apresenta as mesmas declarações, nas quais se resume a afirmar somente que existem processos licitatórios em andamento, mas que nunca alcançaram a tão necessária reestruturação do local. A Secretaria Estadual de Saúde limita-se a apagar pequenos incêndios diante de cada diligência do Ministério Público, sem encarar de modo responsável os graves problemas. O Hospital Infantil é único hospital pediátrico que realiza atendimento em alta complexidade no Estado”, destaca o promotor de Justiça Eny Marcos.

Na ação, o promotor ressalta que instaurou procedimento administrativo com o propósito de acompanhar e fiscalizar a utilização de recursos provenientes de emenda parlamentar, creditado no Fundo de Saúde do Estado do Piauí, mas até o presente momento, a Secretaria de Saúde do Estado ainda não atendeu as requisições ministeriais solicitadas pela 12ª Promotoria de Justiça. “Isso demonstra descaso com as questões da saúde pública local e gera um fundado receio de que os recursos em questão estejam sendo ostensivamente utilizados”, pontua Eny.

A promotoria também constata o grande potencial de acidentes que circundam o ambiente do HILP, o que demanda uma atuação urgente do Estado, não somente contingencial, mas preventiva, sempre no intuito de garantir o maior grau de segurança possível, tanto para as crianças e famílias que necessitam do serviço, quanto para os profissionais que ali trabalham.

A ação

Na ação civil pública, a Promotoria requer o bloqueio do recurso de R$ 1.179.000,00, oriundo de emenda parlamentar do ano de 2015, do então deputado Federal Rodrigo Martins, e da contrapartida do Estado no valor de R$ 178.000,00, a fim de que estes recursos sejam utilizados, exclusivamente, na obra dos 20 leitos de Unidade de Terapia Intensiva do Hospital.

Solicita a apresentação pelo Estado do Piauí, para efeito de acompanhamento, do cronograma com os respectivos prazos de conclusão das etapas da supracitada obra dos 20 leitos de UTI, o bloqueio do valor de R$ 6.000.000,00, saldo remanescente, referente à emenda parlamentar, a fim de que os recursos sejam utilizados exclusivamente: na reforma do bloco (antiga biblioteca) para abrigar a UTI provisória, do Centro Cirúrgico e das Enfermarias.

A promotoria também solicita que após os referidos bloqueios, seja determinado ao Estado do Piauí, que conclua os processos licitatórios necessários para o início das execuções das obras, em um prazo de 120 dias, e apresente em igual prazo, um cronograma, para efeito de acompanhamento, dos respectivos prazos das conclusões de suas etapas, sob pena de multa diária pessoal ao Secretário de Saúde do Estado do Piauí e ao Governador do Estado do Piauí, entre outros requerimentos.

Já o Estado do Piauí, deve ser intimado por meio da Procuradoria Geral de Justiça e os secretários estaduais de Saúde e de Fazenda, devem ser notificados para conhecimento e adoção de providências necessárias ao efetivo cumprimento.

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09/05/19

 

 

pessoas em pé

 

A Promotora de Justiça Raquel Galvão, titular da 23ª Promotoria de Justiça de Teresina, com atuação nos Juizados Especiais Cíveis e Criminais realizou uma visita institucional à Associação Lar da Esperança. Com o apoio técnico da Assistente Social, Maria Luíza da Silva Lima, a visita teve como objetivo verificar as condições de funcionamento da instituição, a fim de atualizar o cadastro de entidades habilitadas a receber recursos de transações penais realizadas nos Juizados Especiais Criminais de competência da 23ª PJ.

A transação penal é um instituto pré-processual, que permite a aplicação imediata de pena alternativa, não privativa de liberdade, cujo cumprimento encerra o procedimento e evita a instauração da ação penal. Com isso, a 23ª PJ incluiu em sua rotina de atividades a prática de realizar visitas institucionais às entidades beneficiadas pelas transações firmadas junto aos Juizados Especiais Criminais, com objetivo de acompanhar a efetiva aplicação dos recursos recebidos e avaliar se novas instituições possuem habilitação necessária para serem incluídas como beneficiadas.

 

pessoas em pé

 

A Associação Lar da Esperança tem como finalidade, prestar assistência à pessoa vivendo com o vírus HIV, oferecendo um acompanhamento em tempo integral e temporário, proporcionando condições de moradia e alimentação para essas pessoas.

A instituição dispõe de quadro de pessoal composto por um grupo de pessoas voluntárias, com exceção de duas técnicas em enfermagem e duas cozinheiras, e a manutenção das despesas da casa é realizada a partir de doações de colaboradores, coleta e venda de material reciclado, eventos beneficentes e bazares. Em vista disso, atualmente a instituição se encontra com dificuldades financeiras para manutenção de seus compromissos básicos, como pagamento de contas de água e energia elétrica.

Com a vistoria, a Promotora de Justiça pôde constatar que a Associação Lar da Esperança, apesar das limitações impostas pela escassez de recursos financeiros para manutenção de suas atividades, presta serviço de grande relevância no que diz respeito ao acolhimento às pessoas vivendo com HIV e em processo de tratamento da doença.

 

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10/05/19

imagem ilustrativa

 

A 2ª Promotoria de Justiça Oeiras (PI), por meio do Promotor de Justiça Vando da Silva Marques, nesta quinta-feira (09/05), firmou o Termo de Ajustamento de Conduta – TAC nº 15/2019 com o Município de Oeiras, nos autos do Inquérito Civil nº 11/2019, que visa combater a omissão da fiscalização ao cumprimento da legislação de trânsito no município de Oeiras.

 

No referido TAC, o Município de Oeiras se comprometeu a, no prazo de 120 dias, implementar e organizar o órgão de trânsito municipal ou entidade executiva de trânsito, com dotação de estrutura física e servidores necessária, aparelhamento com os instrumentos imprescindíveis ao exercício de suas funções, bem como a constituição e regulamentação da Junta Administrativa de Recurso de Infração (JARI), com cadastramento junto ao Sistema Nacional de Trânsito.

 

Dentre outras obrigações, o Município de Oeiras assumiu, ainda, o compromisso de firmar tratativas com a 7ª Ciretran de Oeiras e/ou Detran/PI para fins de assunção da gestão e manutenção de todos os semáforos existentes no Município, bem como assumindo a gestão da ciclofaixa, analisando sua necessidade de manutenção e/ou extinção. O Município deve também formular tratativas com a Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal, para estudar a viabilidade de firmar convênio com a Polícia Militar do Estado do Piauí e a Polícia Rodoviária Federal, possibilitando às duas instituições realizarem a fiscalização do trânsito no município de Oeiras, enquanto não criado o órgão ou entidade de trânsito.

 

Entre os outros compromissos assumidos pelo Município de Oeiras no TAC, estão: cessão do terreno, para recebimento de veículos automotores apreendidos pela Polícia Militar, 7ª CIRETRAN e Polícia Civil; celebração de convênio com empresas de leilões de veículos, para fins de retirada dos veículos apreendidos, após implantado o órgão executivo de trânsito; formulação e divulgação de campanhas, e estímulo à viabilização da terceirização de transporte coletivo/alternativo ou particular por meio de aplicativos e outras alternativas (como ônibus, micro-ônibus, vans, uber e outros); notificação de todos os comerciantes que exerçam atividades no Centro de Oeiras, a fim de desobstrução das calçadas de produtos e mercadorias, possibilitando a circulação segura de transeuntes, evitando-se o deslocamento às ruas e a ocorrência de acidentes de trânsito; notificação de todos os mototaxistas cadastrados ao município de Oeiras sobre a obrigatoriedade de uso de capacete pelo motorista e pelo passageiro, sob pena de cassação da autorização/licença; emissão de ofício circular a todas as Secretarias Municipais, alertando sobre a obrigatoriedade do uso do capacete por todos funcionários públicos municipais, contratados e prestadores de serviço, sob pena de instauração de processo administrativo disciplinar, a fim de apurar a conduta do servidor incompatível com as leis de trânsito.

 

O descumprimento das obrigações assumidas sujeitam o Município e seu gestor, solidariamente, ao pagamento da multa de R$ 10 mil reais, a cada mês de atraso.

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09/05/19

Pessoas de pé

Da esquerda para direita, os promotores de Justiça Sebastião Jacson e Jorge Pessoa, com o procurador-geral de Justiça do Piauí, Cleandro Moura

 

Nesta quinta-feira, 09 de maio, o procurador-geral de Justiça do Piauí, Cleandro Moura, esteve em São João do Piauí e em Simplício Mendes para entregar as novas instalações das Promotorias de Justiça nos dois municípios. Além de investir na construção e locação de sedes próprias para os órgãos ministeriais no interior do Estado, a Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) está reestruturando as salas que abrigam as Promotorias de Justiça localizadas no interior de fóruns. A realização das obras foi viabilizada por meio de celebração de acordo de cooperação técnica entre o Ministério Público e o Tribunal de Justiça, com aplicação de recursos e elaboração de projetos pela PGJ.

 

Pessoas de pé

Autoridades municipais, representantes do poder Judiciário estadual, servidores e membros do MPPI prestigiaram a cerimônia de entrega das novas salas do MPPI no fórum desembargador Vaz da Costa, em São João do Piauí

 

Antes das reformas, as Promotorias de Justiça de São João do Piauí e Simplício Mendes ocupam pequenas salas nos fóruns das cidades. Em São João do Piauí, o espaço ocupado pelo órgão ministerial agora conta com três salas, sendo uma secretaria e dois gabinetes para os membros da instituição. A solenidade, que ocorreu na sala de audiências do Fórum Desembargador Vaz da Costa, foi prestigiada por servidores e membros do MPPI, representantes do poder Judiciário estadual, do conselho tutelar, por autoridades municipais de São João e municípios vizinhos como Socorro do Piauí, Nova Santa Rita, Socorro do Piauí, entre outras cidades.

 

Pessoas de pé

Autoridades municipais, representantes do poder Judiciário estadual, servidores e membros do MPPI prestigiaram a cerimônia de entrega das novas salas do MPPI no fórum desembargador Vaz da Costa em São João do Piauí 

 

Falando em nome dos membros que atuam na comarca, o promotor de Justiça Jorge Luiz da Costa Pessoa, titular da 1ª Promotoria de Justiça de São João do Piauí, enfatizou o ganho que a reforma e a ampliação representam. "Sem dúvida, hoje temos melhores condições de fazer o nosso trabalho. O ambiente que hoje as duas promotorias ocupam são mais dignos e permitem que possamos também atender à população que busca o Ministério Público aqui em São João do Piauí. Agradecemos ao nosso procurador-geral de Justiça por ter essa preocupação de oferecer condições estruturais e materiais aos promotores, para desempenharem melhor suas funções junto às comunidades das cidades em que atuam", disse.

 

Pessoas de pé

 Inauguração das novas instalações de São João do Piauí

 

Já em Simplício Mendes, a área que o Ministério Público do Piauí ocupa a partir desta quinta-feira, mais que triplicou. São agora quatro salas amplas, sendo uma recepção, uma secretaria e dois gabinetes para os promotores de Justiça.

 

Pessoas de pé falndo

 

Pessoas de pé

Inauguração das instalações da Promotoria de Justiça de Simplício Mendes

 

Maurício Gomes de Souza, promotor de Justiça que atualmente responde pela PJ de Simplício Mendes, falou sobre os impactos que a reforma no ambiente da Promotoria de Justiça produzirá nos serviços prestados pelo Ministério Público. "É com muita alegria que estamos aqui hoje para apresentar ao povo de Simplício Mendes o novo espaço do Ministério Público. Mais do que melhorar a qualidade do ambiente de trabalho para os servidores e promotores, este lugar proporciona condições mais apropriadas para servir à população do município. Sim, porque nossa instituição está cada vez mais próxima dos cidadãos, perante quem atuamos para assegurar seus direitos. Por isso, quero deixar registrados neste dia especial meus agradecimentos ao chefe da nossa instituição, que, com planejamento e sabedoria, soube gerenciar os recursos e fazer tantas obras que estão aperfeiçoando o MP do Piauí", pontua.

 

Pessoa de pé

 

Em sua fala, o procurador-geral de Justiça fez uma avaliação dos investimentos que tem feito durante sua gestão à frente do Ministério Público. Só em tecnologia de informação já foram investidos mais de R$ 8 milhões. "Além de revitalizar e ampliar os espaços das Promotorias de Justiça, nós estamos também investindo na capacitação de servidores e membros e na melhoria da infraestrutura de tecnologia da informação. Acredito que esse tripé de aprimorar o espaço físico, os recursos humanos e a infraestrutura de tecnologia são fundamentais para aprimorar nosso trabalho de fiscalizar e defender os direitos dos cidadãos do nosso estado", pontua Cleandro Moura.

 

Amanhã, o Procurador-Geral de Justiça do Piauí visita as obras de reforma do edifício que abrigará o Ministério Público em Picos. Logo em seguida, realizará a inauguração das novas instalações da Promotoria de Justiça de Inhuma.

 

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10/05/19

Concurso Público

 

 

O Ministério Público do Piauí, por meio da Promotoria de Justiça de Cocal, cujo titular é o Promotor de Justiça Francisco Túlio Ciarlini Mendes, propôs uma Ação Civil Pública contra o município de Cocal, representado pelo prefeito Rubens de Sousa Vieira e pelo secretário Municipal de Administração, Genário Benedito dos Reis e também contra a empresa E F Pesquisas e Projetos LTDA, nome fantasia Instituto Machado de Assis que participaram de um processo de licitação pública e de contrato administrativo.

A Ação Civil Pública foi instaurada com a finalidade de pedir a concessão de tutela antecipada (liminar) para anular os atos de execução do Contrato de Prestação de serviços e anulação de concurso público a ser realizado pela prefeitura de Cocal. Para esta ação do MPPI, a Promotoria de Justiça de Cocal contou com o auxílio do Centro de Apoio Operacional de Combate à Corrupção e Defesa do Patrimônio Público (CACOP).

O Instituto Machado de Assis foi contratado pelo município de Cocal para prestar serviços técnicos especializados na realização de concurso público para provimento de diversos cargos efetivos no quadro de pessoal do município, mas o contrato de prestação de serviços – assinado pelo Secretário Municipal de Administração –, foi questionado pela Promotoria.

Em dezembro de 2018, foi feita uma licitação para escolha da empresa que realizaria o concurso público em Cocal. O edital previu a oferta de 245 vagas, distribuídas em diversos cargos, mas um edital publicado já em 2019 ofertou apenas 100 vagas, 145 vagas a menos que o divulgado anteriormente.

Por isso, a promotoria de Justiça decidiu por instaurar um Inquérito Civil Público requerendo ao Tribunal de Contas do Estado do Piauí informações a respeito da regularidade do procedimento licitatório em relação à legalidade e legitimidade dos atos, bem como quaisquer ilegalidades constantes do Edital do Concurso Público.

Vale ressaltar que o presente concurso público já é objeto de Ação Civil Pública ajuizada pela Promotoria de Justiça visando a criação de cargos de Procurador do Município e sua inserção nas vagas ofertadas pelo concurso público em andamento. O TCE-PI instaurou o processo de apuração e concluiu que a Comissão Permanente de Licitação procedeu de maneira conivente, de forma a garantir que a empresa ora requerida se tornasse vencedora do certame a qualquer custo, em vista da ilicitude supra indicada e de outras omissões, como a ausência de certificado de registro cadastral como exigido pela norma e da prova de regularidade para com a Fazenda Pública.

Diante do exposto, o Ministério Público requereu o recebimento, autuação e processamento da presente ação; a concessão de tutela antecipada de urgência, em caráter liminar, sem oitiva da parte adversa; a notificação dos requeridos, através dos representantes legais, para oferecerem manifestação por escrito, no prazo de 15 dias, os quais poderão ser encontrados nos respectivos endereços; o recebimento da petição inicial e a citação dos requeridos, através dos representantes legais, para contestarem o pedido no prazo legal.

O MPPI requereu a condenação dos Réus a ressarcirem o erário municipal de todo o prejuízo que tenham dado causa, uma vez que agiram em desrespeito às normas que regem o processo licitatório e aos princípios basilares da Administração Pública, especialmente a legalidade, moralidade e impessoalidade; cominando multa pessoal no valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais) a ser imposta aos representantes do município Réu e à Empresa Ré, em caso de descumprimento de quaisquer das determinações exaradas no processo; condenando os Réus no ônus da sucumbência, revestida em favor do Fundo Estadual de Interesses Difusos Lesados.

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08/05/19

Pessoas de pé sorrindo

 
 
O Ministério Público do Estado, por meio da Promotoria de Justiça de Demerval Lobão, realizou na terça-feira (07), uma inspeção com o objetivo de apurar a regularidade do serviço de transporte escolar em Lagoa do Piauí. O trabalho foi para verificar se a frota de veículos que presta serviço às escolas, seja pública ou contratada, está adequada às demandas, obedecendo o Código de Trânsito Brasileiro.
 
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, é uma obrigação do Estado assegurar o ensino fundamental gratuito, bem como programas suplementares, dentre os quais o de transporte escolar, sendo os municípios responsáveis por assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal.
 
A Promotora de Justiça Rita de Cássia de Souza, responsável pela Promotoria de Demerval Lobão, acompanhou a fiscalização realizada com o apoio policiais rodoviários federais. Foi feita uma vistoria e um levantamento de todos os ônibus que prestam o serviço às escolas municipais para averiguar questões estruturais.
 
É válido lembrar que o gestor tem o dever de assegurar que os condutores de veículos escolares cumpram alguns requisitos legais, como, por exemplo, ter idade superior a 21 anos, habilitação na categoria D e ser aprovado em curso especializado de acordo com a regulamentação do CONTRAN.
 
A PRF fará um relatório de inspeção que será encaminhado posteriormente à Promotoria. Caso sejam registradas irregularidades, o gestor municipal receberá um Termo de Ajustamento de Conduta.

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09/05/19

Logo do MPPI

 

A procuradora-geral de Justiça do Estado do Piauí, em exercício, Martha Celina de Oliveira Nunes, com fundamento na Lei Complementar nº 12/93, na Lei Federal nº 11.788/2008, na Resolução CNMP nº 42/2009 e no Ato PGJ nº 473/2014 e 816/2018, considerando a publicação do Edital 035/2019, de 29 de abril de 2019, torna público, nesta quinta-feira(9), o resultado dos pedidos de isenção de pagamento da taxa de inscrição do 1º Processo Seletivo de Estagiários de Pós Graduação, regulamentado pelo Edital PGJ nº 035/2019.

 

Os candidatos que tiveram o pedido de isenção do pagamento da taxa de inscrição indeferido deverá, para ter sua inscrição efetivada, efetuar o pagamento do boleto até esta sexta-feira(10).

Confira: 

Anexos:
Fazer download deste arquivo (EDITAL 039 -2019 - Resultado dos Pedidos de Isenção da Taxa de Inscrição.doc)Edital 039/2019 - Resultado dos Pedidos de Isenção da Taxa de Inscrição [Edital 039/2019 - Resultado dos Pedidos de Isenção da Taxa de Inscrição ]37 Kb

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08/05/19

TrÊs pessoas se olhando

 


A 5ª edição do MPTV traz a cobertura do Seminário de Controle dos Impactos socioambientais do uso de agrotóxicos, realizado em Piripiri; vamos mostrar também os Promotores de Justiça que tomaram posse após processo de promoção ou remoção em sessão do conselho superior do MPPI; Força-tarefa criada para auxiliar as vítimas da tragédia no Parque Rodoviário faz reunião com as famílias atingidas; chefe do MPPI se reúne com presidente do Conselho Regional de nutricionistas para assinar acordo de cooperação técnica.

O programa é exibido às terças-feiras, às 17:40h, com reprise nas quintas, às 18:50h na TV Assembleia, canal 16.1.


 

 

 

 

 

 

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Ministério Público do Estado do Piauí MP-PI

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